quinta-feira, 27 de setembro de 2012

São Paulo terá orelhão com acesso à internet

Telefone que será instalado em dez pontos de SP este ano






Por meio dele é possível realizar videochamadas, enviar SMS, navegar em sites da internet, descobrir quais são os estabelecimentos comerciais ao seu redor e até realizar chamadas telefônicas.


Apesar de executar funções de um celular, ter tela de cristal líquido e câmera de 1.2 megapixel, o aparelho em questão é um telefone público. "Saímos de uma plataforma que explora só voz para uma que trabalha com serviços", diz Marcos Aurélio Pegoreti, pesquisador do CPqD responsável pelo aparelho.

O projeto que transformou o telefone público em uma central multimídia de serviço, como vem sendo chamado, começou há três anos para tirar os equipamentos do ostracismo.

A novidade começa a ser finalizada quando os smartphones, dispositivos que utilizam intensamente a internet, tornam-se febre nos celulares. Em 12 meses, eles dobraram a participação e chegaram a 25% das vendas no primeiro semestre deste ano, segundo a IDC. Para surfar nessa onda, o orelhão também será uma zona de wi-fi.

Desde o meio de agosto, há um orelhão multimídia funcionando na sede da Vivo, em São Paulo. Até o fim do ano, a operadora instalará até dez em outros pontos na cidade, segundo os profissionais envolvidos no desenvolvimento. A Vivo informa que, por enquanto, o aparelho não está em fase comercial.

Como faz parte de um projeto piloto, a maioria ficará em prédios da própria empresa. A decisão dos pontos ocorre em outubro.

IMPLEMENTAÇÃO
Os pesquisadores do CPqD e os profissionais da Icatel, fabricante de orelhões parceira no projeto, devem implementar até o fim do ano, quando encerra a etapa de desenvolvimento, outras funções, como o 3G e uma aplicação para o aparelho "ler" bilhetes únicos e cartões de vale alimentação.

À época das privatizações, a instalação de telefones públicos foi uma exigência do governo para a concessão da exploração da telefonia.

O negócio não é rentável para as operadoras, porque o custo de manutenção é permanente e as chamadas remuneram pouco. Segundo a Folha apurou, por pressão das teles a Anatel já reduziu a densidade de orelhões por habitantes -era de 8 a cada mil; agora é de 4 a cada mil. 

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 25 de setembro de 2012

TV do PV transmite Seminário Cidades Verdes - Eleições Limpas, em Porto Velho


 
A busca da melhoria da qualidade de vida do cidadão, considerando principalmente o interesse público e a priorização de políticas socioambientais, dos investimentos nas áreas de saúde pública, saneamento, gestão de resíduos, educação e transporte, com mandatos obtidos através de eleições limpas, sem desvio de dinheiro público ou abuso de poder econômico, são os compromissos que a Fundação Verde Herbert Daniel e o Partido Verde do estado de Rondônia afirmarão em Porto Velho, (dia 26/ 09) perante uma platéia de especialistas, candidatos, lideranças nacionais e a militância do Partido.

A carta compromisso "Cidades Verdes - Eleições Limpas" será distribuída durante o evento. Ela contém o compromisso dos verdes brasileiros com o futuro das nossas cidades.

O jornalista e escritor Fernando Gabeira, será o palestrante do seminário que estará aberto à participação da sociedade e, mais especificamente, aos candidatos e dirigentes do Partido Verde.

A Fundação Verde Herbert Daniel e os dirigentes do Partido Verde querem provar que é possível fazer política com ética, criatividade e sustentabilidade no Brasil, numa jornada de seminários nas principais cidades brasileiras nas diversas regiões. 

O evento será transmitido ao vivo pela TV do PV no link : www.tvdopv.com.br


Serviço

Evento: Cidades Verdes - Eleições Limpas
Palestrante: FERNANDO GABEIRA
Local: Hotel e Restaurante "O Compadre"
Endereço: BR – 364, km 3,5 - sentido Cuiabá - Bairro 3 Marias – Porto Velho (RO)
Data: 26/09/2012 – quarta-feira
Horário: 20h00

Cronograma

20h Cadastramento dos participantes
20h30 Abertura do evento (30 minutos divididos entre FVHD, PV Nacional e PV de Rondônia)
21h Palestra com Fernando Gabeira
22h Interação com o público presente
22h30 Encerramento


Informações:
  • José Paulo Toffano - diretor técnico da FVHD e-mail: dtfvhd@gmail.com
  • José Carlos Lima da Costa - Secretário de Comunicação do PV e-mail: zecarlosdopv@gmail.com
  • Valmir Ribeiro – Assessor de imprensa, jornalista e mestre de cerimônias do evento e-mail: valmir.ribeiro@gmail.com
Fonte : FVHD

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O universo fotografado em 570 megapixels

A Dark Energy Camera registra 100 mil galáxias acoplada a um telescópio e é a câmera mais potente do mundo
A câmera demorou oito anos para ser construída e tem o tamanho de uma cabine telefônica. FOTO:DARK ENERGY SURVEY COLLABORATION
SÃO PAULO – 
No dia 12 começou a funcionar a câmera digital mais potente do mundo.  Sua objetiva não está apontada para nenhuma celebridade, mas para o céu. Acoplada ao telescópio Blanco, no Chile, a câmera Dark Energy Camera faz fotos de 570 megapixels que podem ajudar a desvendar como surgiu o universo. A resolução indica que cada imagem pode ter um tamanho de até 93 metros por 69 metros, uma área de 6.417 m².
A câmera identifica emissões de energia escura, um tipo de força amplamente disponível no universo. Os cientistas acreditam que essa energia  seja responsável pelo fato de o universo estar em constante expansão. Suas fotos captam luz que está muito distante da Terra, a oito bilhões de anos-luz. Até 100 mil galáxias são registradas em uma única foto. Foram necessários oito anos para construir o aparelho, que tem aproximadamente o tamanho de uma cabine telefônica.
Detalhe da galáxia NGC 1365 capturado pela câmera, distante 60 milhões de anos-luz. FOTO:DARK ENERGY SURVEY COLLABORATION
As potentes panorâmicas do céu de  podem ajudar a entender a mecânica dos planetas e outros corpos celestes e explicar a origem do universo. “A inauguração da Dark Energy Camera começa uma significante nova era na nossa exploração das fronteiras cósmicas”, disse em comunicado oficialJames Siegrist, diretor-associado de ciência para física de alta energia no Departamento de Energia dos EUA.

Fonte : Link Estado de São Paulo 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Três décadas de emoticons :-)

É muito provável que, em algum momento, você já tenha utilizado alguma carinha como essa “:-)” em algum e-mail ou mensagem, seja como demonstração de afeto, depois de alguma piada ou para amenizar algum tópico mais desagradável. Talvez você as use o tempo todo. Talvez você as odeie. Mas, certamente, você as conhece, bem como suas muitas variações, que expressam os mais diversos sentimentos e estão incorporadas à maioria das plataformas que utilizamos hoje em dia.

Scott Fahlman, que, em 1982, enviou o primeiro e-mail com emoticons. FOTO: AP – 17/9/2007
Nesta quarta-feira, 19, os emoticons completam 30 anos de existência. Tudo começou no departamento de Ciência da Computação da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh. Por meio de “bboards”, uma espécie de boletim online precursor dos grupos de e-mail, estudantes e professores trocavam mensagens sobre os mais diversos assuntos, desde palestras e avisos do departamento a discussões sobre política ou aborto; ou mesmo banalidades como vagas de estacionamento do câmpus.
O problema era que, frequentemente, pessoas mandavam e-mails com um teor humorístico, ou ao menos tentavam. No entanto, não era sempre que eram compreendidas: às vezes uma pessoa não entendia o tom sarcástico de certo comentário e logo rebatia com uma mensagem enorme em reprovação. Isso gerava mais e mais respostas e, logo, o assunto original morria por completo.
Depois de uma série de casos assim, alguns integrantes, brincando, sugeriram que talvez fosse uma boa ideia indicar explicitamente quando certo comentário não fosse para ser levado a sério, uma vez que, na linguagem escrita, não se pode contar com dicas dadas pela linguagem corporal ou pelo tom de voz.
Começou, a partir daí, um brainstorming para “marcadores de piada”, e várias sugestões apareceram.  Entre elas, um e-mail mandado pelo professor Scott Fahlman, no dia 19 de setembro de 1982, às 11h44:
Eu proponho a sequência a seguir para quem for fazer piadas:
:-)
Leia com a cabeça de lado. Na verdade, provavelmente seja mais econômico marcar coisas que NÃO sejam piadas, devido às últimas tendências.
:-(
Pronto. Embora a internet ainda fosse incipiente na época, a coisa se espalhou. “Depois de alguns dias, notei que as pessoas em Carnegie Mellon estavam realmente usando a tal coisa em seus e-mails”,  disse Fahlman ao Link. “Em cerca de dois meses,  já havia se espalhado em toda a nossa versão primitiva da internet, para outras universidades e laboratórios de pesquisa. E aí se espalhou para novos lugares, sempre que alguma organização nova se juntava à nossa rede em crescimento.”
Fahlman conta que, dentro de alguns meses, começou a ver dezenas de “carinhas” por aí: com a boca aberta de surpresa, usando óculos, imitando o presidente Abraham Lincoln, o Papai Noel, o papa e assim por diante. “A criação dessas compilações espertas tornou-se um verdadeiro hobby  para algumas pessoas. Mas só as minhas duas carinhas originais  e a da piscadinha — ;-) –, além das versões “sem nariz”, parecem ser as comumente usadas para a comunicação do dia a dia.”
Para Fahlman, os emoji não permitem que os usuários sejam criativos para produzir carinhas novas. FOTO: Reprodução
O professor lembra que agora, ao digitar as “carinhas” em muitas plataformas, os caracteres são transformados em pequenas imagens ou animações. Isso começou com a Microsoft e a AOL, mas hoje também acontece no GTalk e no Facebook, por exemplo. Os emoji, série de carinhas amarelas que retratam expressões diversas, já podem ser incorporados como uma das “línguas” disponíveis nos smartphones, fazendo então parte da troca de mensagens entre usuários,  seja por SMS ou aplicativos.
No entanto, as novas versões não conquistaram Fahlman: “Não sou muito fã dos emoticons gráficos e emoji. Acho que a maioria deles são feios, e eles estragam a diversão de tentar inventar maneiras espertas de dizer alguma coisa com poucos caracteres padrão”, afirma.
Há quem diga que as carinhas “:-)” e “:-(” já tivessem sido usadas há muitos anos na datilografia. Fahlman recebe e-mails de pessoas alegando  que um parente ou amigo já escrevera a expressão em alguma carta pessoal. Embora nunca tenha visto evidências dessas informações, Fahlman não nega a possibilidade de essas sequências de três caracteres terem sido escritas antes dele. No entanto, ele acredita que a sua foi a única que vingou de fato, sendo a que se espalhou e gerou as milhares de variações que conhecemos hoje.
Fahlman, então, se considera o criador dos emoticons, apesar de não possuir nenhum tipo de licença sobre eles. “Não creio que seja possível fazer copyright de algo assim, muito menos fazer dinheiro disso. Se cada pessoa tivesse de gastar alguns centavos para usar uma carinha feliz, ninguém as usaria. Então, esse é o meu presente ao mundo”, diz ele.
“Cada nova palavra muda o modo como nos comunicamos, e acho que os emoticons fazem parte disso. Acredito que  eles devem ter evitado alguns mal-entendidos, ou talvez muitos deles; além disso, as pessoas parecem se divertir com eles”, diz.
Fahlman desenvolve pesquisas e trabalhos na área de inteligência artificial, que ele próprio define como a tentativa de colocar um monte de conhecimento de senso comum em computadores, para que eles sejam cada vez menos estúpidos e  para que possamos nos comunicar por meio deles utilizando a linguagem humana comum. “Levamos mais tempo do que o esperado para resolver esse problema, mas acho que, até agora, nós temos feito um bom progresso.”
fonte : Link Estadão

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Carro que encolhe chega ao mercado em 2013

Hiriko, carro elétrico idealizado no MIT, chega em 2013 por cerca de US$ 16 mil



SÃO PAULO – O carro conceito elaborado pelo pessoal Media Lab do Massachusetts Institute of Technology (MIT) deve chegar ao mercado já em 2013. O projeto nasceu há 10 anos no grupo de pesquisa voltado para “cidades inteligentes” pensado originalmente como um carro elétrico, pequeno, de baixa potência, ideal para programas de compartilhamento de veículos urbanos.
Anteriormente chamado CityCar, o projeto ganhou fôlego com o apoio de um consórcio basco avançou com o protótipo – que não comportava uma pessoa – e exibe já uma versão comercial de um veículo para duas pessoas, bateria que dura cerca de 120 km, com força de 20 cv – suficientes para atingir velocidades próximas a 50 km/h.
Agora apelidado de Hiriko (que em basco significa algo como “da cidade”), a informação é de que ele será testado e vendido para algumas cidades europeias por cerca de US$ 16 mil.

Fonte : link estadão 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Menos informação, por favor

Segundo pesquisa, 60% dos usuários da web acham que as pessoas falam mais do que deveriam e sobre coisas que não interessam

 

Uma pesquisa aponta que 60% dos adultos e adolescentes que usam tecnologia móvel acham que os usuários publicam bem mais do que deveriam, como fotos impróprias, opiniões que ninguém pediu e detalhes da vida que não interessam a ninguém. O estudo foi encomendado pela Intel em oito países, entre eles o Brasil.

“Amamos a nossa tecnologia porque ela nos conecta e nos dá um veículo de expressão, mas ao mesmo tempo sentimos que há certo exagero de informação”, opinou a porta-voz da Intel, Jessica Hansen.

Quase a metade dos 7.087 adultos e 1.787 adolescentes que responderam à pesquisa se mostrou insatisfeita com o excesso de informações.

Cerca de 90% dos participantes gostariam de que as pessoas pensassem mais sobre o que estão postando e como será a recepção. Apesar de muitos reclamarem do excesso, poucos assumem uma parcela de culpa nisso.

“Achamos que os outros compartilham muitas informações, mas ao fazer uma autoavaliação, claro (…) que não estamos entre os que publicam demais”, acrescentou a porta-voz.

Verdadeiro ou falso

A maior reclamação entre os australianos são os detalhes irrevelentes que as pessoas publicam sobre a própria vida. Na Indonésia, é o uso de linguagem chula. Os norte-americanos não toleram quem vive se queixando da vida.

A maioria dos entrevistados acha as pessoas revelam informações demais e que boa parte não é verdade.

No Japão, cerca de 30% dos adultos admitiram já ter divulgado informações falsas e 55% reconheceram que na internet agem diferente. Nos Estados Unidos, 19% assumiram já ter mentido online.

A maioria das pessoas usa a tecnologia móvel para expressar opiniões e se comunicar com amigos e familiares. Na maior parte do mundo, os usuários o fazem uma vez por semana, mas no Brasil, China e Índia metade faz atualizações todos os dias.

Quase metade dos brasileiros troca informações sobre esportes, mas na China, França e Japão o tema costuma ser notícias e opiniões.

Para 41% dos franceses, fazer revelações pela internet é mais fácil do que pessoalmente. Brasileiros e franceses reclamam que as pessoas não têm boas maneiras na rede.

A pesquisa entrevistou usuários na Austrália, Brasil, China, EUA, França, Índia, Indonésia e Japão.

Fonte : Reuters

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Site propõe entregas colaborativas entre pessoas que viajam



Intermediar pedidos on-line entre consumidores que desejam encomendar produtos a outros que viajam pelo Brasil ou ao exterior é a proposta do serviço Entregas.me. Criado por três empreendedores brasileiros, o site de logística colaborativa entre pessoas físicas deve estrear antes do Natal.

“O Entregas surgiu a partir da nossa identificação de que existe um fluxo muito grande de pessoas viajando no Brasil e em outros países. É uma nova forma de fazer logística colaborativa por pessoas”, explica Victor Silveira, um dos criadores do site ao lado de Rafael Zatti e Alexandre Ferrari.

O serviço é um intermediador para compras de itens que as pessoas não encontram com facilidade em suas regiões. Por exemplo, se uma pessoa que mora em Campinas (SP) quer um produto dos Estados Unidos, ela oferece um valor de frete no site e deixa um pagamento garantido que será liberado pela plataforma somente após a entrega. Outra pessoa que também é de Campinas e vai aos EUA faz a compra do produto e combina a entrega. No momento da confirmação e da avaliação, o dinheiro é liberado para o entregador.

Segundo Silveira, a plataforma vai identificar usuários das mesmas cidades, além de permitir que as pessoas troquem mensagens e marquem pontos de referência para as entregas. Tudo vai ser feito pelas pessoas”, comenta o empreendedor. Uma das formas de gerar receita será a cobrança de um percentual sobre o frete da encomenda.

A página do serviço foi aberta há dois meses somente para cadastrar usuários por e-mail e conta com 250 interessados até o momento. O Entregas.me também está em teste fechado por um grupo de cerca de 30 usuários em Porto Alegre (RS), cidade onde o trio de empreendedores se conheceu por iniciativas semelhantes em colaboração via internet.

O projeto conta com um investidor brasileiro localizado nos Estados Unidos. Por enquanto, os sócios guardam segredo sobre a identidade do investidor e o aporte inicial no projeto.

Fonte : G1