quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Edgerank: Amigo ou Vilão?


Imagine se as nossas publicações fossem “curtidas”, compartilhadas e clicadas sempre. Elas seriam inteligentes, teriam piada, inspirariam e motivariam o consumidor a comprar. Mas existe um algoritmo do Facebook, o Edgerank, que torna isso tudo menos provável, mesmo sob as melhores circunstâncias.

Trata-se de um algoritmo desenvolvido por Zuckerberg que determina aquilo e quando aparece no feed de notícias. Ou seja, o envolvimento que o seu público tem com seu conteúdo, determinará quanto e quão frequentemente  verão suas postagens no futuro.

Parece ser complicado, mas não existe nenhum bicho de sete cabeças nisso.
Vamos entender como o “Edge” pode te auxiliar em sua estratégia de marketing?
O Edgerank é baseado em alguns fatores fundamentais para a exibição do conteúdo no feed de notícia, tais como pontuação de afinidade, peso da história e espaço de tempo .

A pontuação de afinidade é, nada mais, nada menos, que  o relacionamento “marca X fã”.
A afinidade é baseada nas interações repetidas com os “Edges” das marcas. Entende-se por interações coisas como comentar, curtir, compartilhar, clicar e mesmo enviar mensagem no chat; tudo isso é fator de influência.

Basicamente, quanto mais um fã interage e se envolve com o seu conteúdo, mais provavél é que ele visualize suas postagens no futuro.
O peso da história significa que cada publicação que fazemos no Facebook cria um “edge” (uma história), e cada um destes edges, criam uma história potencial. Diferentes categorias de edges têm um peso distinto.

De maneira simplificada, algumas interações têm mais peso do que outras de acordo com sua relevância e formato, assim tornando-as mais importante e de maior visibilidade do que outras.
O espaço de tempo é uma referência que, à medida que a história/publicação vai se tornando mais antiga, faz com que esta perca pontos pois passa a ser notícia ultrapassada . O Edgerank faz a pontuação constantemente, e não de uma só vez. Quando o usuário faz login no Facebook, o seu feed de notícias é popularizado com “edges”  que têm a maior pontuação naquela altura com as principais historias (classificação pré configurada para feed de noticias de todos usuarios).

Logo, quanto mais velha uma publicação, menos provável será que apareça no feed de notícias do usuário quando ele entrar no Facebook.
Todas essas medidas resultarão que,  se o envolvimento do seu post não tiver somado um número aceitável de curtir, comentários ou compartilhamentos, o Facebook não mostrará para os usuarios deslogados quando estes voltarem.

A explicação do Facebook é que ele apresenta aos seu utilizadores os melhores conteúdos, filtrando tudo aquilo que o seus seguidores deram “uma olhada” rápida ao rolar o feed de notícias deles.
É preciso estratégia para publicar profissionalmente no Face.
Muitas empresas ainda tratam esta plataforma como se fosse um local de monólogos, falam sozinhas, não geram interação num local chamado rede de relacionamento.

Pense no porquê que os seus seguidores fazem login no Facebook todos os dias. Se eles não se interessarem nas suas publicações com propagandas constantes ( o que é bem provável), o Edgerank vai deixar de mostrar a eles o seu conteúdo. No dia em que você tiver uma publicação de suma importância para o seu cliente, infelizmente não aparecerá no feed de notícias do seu fã.

O ‘’Edge” pode ser o seu melhor amigo.
É só  saber lidar com um cara tão sistemático ;) !!!

Por Anderson Zicamu

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Veja 8 logos redesenhadas pelo Estúdio Antrepo em 35mm!





Estúdio decidiu redesenhar algumas logos usando a identidade visual que viu em câmeras vintage de 35 milímetros, e notou que todas essas marcas usavam o mesmo estilo para seus logotipos e tipografias (linha de base e logotipos com esboço de fontes estendidas).

Trata-se de um estilo negativa e metálica com bordas, lembrando as Polaróides. Essas marcas eram também aplicadas em ousadas embalagens de publicidade nos anos 70/80.

O que você achou dessa transformação?










terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Renovação e tendência


 Nós profissionais da área de web sabemos como ela é renovável. Hoje ideias e práticas que são consideradas bonitas, amanhã já não estarão mais em evidência. É preciso acompanhar as novidades do mercado e essa renovação é extremamente interessante. Tendências variam de um país para outro devido os valores culturais, acontecimentos locais, novas tecnologias disponíveis e adotadas em determinadas regiões.

Atualmente predominam no Brasil os padrões geométricos incorporados como o 'flat design', que usa interfaces simples e claras, além de valorizar o conteúdo e se adaptar melhor em smartphones ou televisores.

No design é o detalhe que faz a diferença. Porém acredito que esse momento é mais um ciclo de criação que acompanha as novas tecnologias e os aplicativos e ferramentas que ela disponibiliza atualmente.

Em breve é certo que veremos mais renovações a 'cutucar' nossa criatividade. Essa é a beleza do negócio!

Felipe Vale é web design da empresa Pró Empresa

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Tipos de câmeras para diferentes trabalhos



Quando eu escolho usar uma câmera digital DSLR para um trabalho, me perguntam: É melhor uma DSLR ou uma câmera de vídeo?

Para mim nem melhor, nem pior, apenas diferente, pois depende do trabalho. 
Se é algo corrido, com muitas entrevistas e muitas horas de gravação ininterrupta,  eu prefiro usar a câmera de vídeo, no caso, uma Z7 da Sony.

Se é  um trabalho em que eu tenho mais  tempo para preparar a fotografia e for  precisar de uma carga mais dramática, eu uso uma DSLR, no caso uma Canon 5D mkIII. Porém se for um trabalho em que eu tenha pouco tempo depós-produção acho melhor usar uma câmera de vídeo, pois são arquivos mais leves e mais fáceis de trabalhar.

Ainda considero que a profundidade de campo pode ser uma problema se  você precisar colocar muitas coisas em foco na imagem, mas serve muito bem para destacar o que se quer.

Hoje  eu tenho usado quase sempre as duas câmeras em diversos trabalhos que faço utilizando o melhor  recurso da cada uma.

Por Chico Gorman  - coordenador de audiovisual na empresa Pró Empresa